Sobre
A nossa visão
O projecto Ópera Nas Escolas tem como objectivo iniciar os jovens estudantes portugueses na linguajem da Ópera no seu aspecto formativo e lúdico. Serão apesentadas 3 óperas, a saber, Bastien e Bastienne uma operazinha de Mozart sobre temas bucólicos e campestres, onde se poderá explorar a vertente da protecção da natureza, a Flauta Magica de Mozart local de todos os encantamentos e o Barbeiro de Sevilha de Rossini comedia que explora a vida urbana.
As óperas cantadas em português por jovens cantores, serão adaptadas a uma duração de 1 tempo lectivo com cenários e fatos e acompanhadas a piano, terão igualmente um animador encarregado de orientar a participação dos jovens, explicando as terminologias utilizadas na arte do canto.
Este projecto tem igualmente como objectivo fornecer bolsas de estudo aos jovens cantores que nele participam para que possam prosseguir os seus estudos.
Estas sessões são direccionadas para crianças até ao 4º ano de escolaridade. Cada apresentação terá 2 sessões, cada uma para 70 crianças o que dará 140 crianças por apresentação. No ano lectivo de 2024/2025 avançaremos com o Bastien e Bastienne de Mozart.
O projecto foi colocado no Plano Nacional das Artes. A camara Municipal de Oeiras já comprou 6 sessões realizadas em Outubro de 2024.
INFO
Sociedade por Quotas | Gerente António Luís Wagner Santos Diniz
E-mail: minimal.opera.inc@gmail.com
NIF: 517855410
IBAN: PT50001000006275366000168
Comentários
“Confesso que aquando do agendamento tive algum receio de que as crianças pudessem não gostar ou sentir alguma desmotivação ou desinteresse por ser um género de música a que não estão habituadas, no entanto elas ficaram verdadeiramente fascinadas com a excelente qualidade da vossa apresentação. A introdução/ explicação do espectáculo que fizeram foi bastante enriquecedora e explicativa do que iria acontecer, permitindo às crianças perceber melhor o seu conteúdo e tornando-a uma ópera muito adequada às faixas etárias. A dinâmica utilizada pelos cantores que possuíam uma boa qualidade de voz, foi muito apelativa e motivante para as crianças que, não obstante não estarem habituadas a este tipo de música, surpreendentemente, conseguiram permanecer atentas de forma continuada durante todo o tempo em que decorreu a apresentação musical e que atendendo a estas faixas etárias até poderia ser excessivo. Acrescento que, eu pessoalmente, fiquei surpreendida com o facto de que apesar de não entenderem o conteúdo verbal da história trazida, isso não as impediu de entenderem toda a história e de a conseguirem relacionar com as partes musicais, pois no dia seguinte, coloquei a música na sala apenas para ser escutada e fazer alguma exploração sonora (sem qualquer imagem) e quase todas as crianças se lembravam a que parte da história pertenciam vários momentos musicais, o que foi verdadeiramente extraordinário! Muitíssimo obrigada pela experiência tão rica que nos foi proporcionada.”
- Jardim de Infância do Alto de Algés,
Ana Carvalho
“Considero o vosso projecto muito interessante e as crianças reagiram de forma muito positiva à vossa iniciativa. Mantiveram a atenção durante a actuação, a linguagem e a ópera foi adequada à faixa etária e por isso foi realizada com sucesso. Toda a abordagem e estimulação para as artes favorecem o crescimento saudável das crianças assim como a sua sensibilização. Muito obrigada e parabéns!”
- JI Alto de Algés,
Ana Leão
“Gostaria de salientar que é muito importante para o desenvolvimento harmonioso das crianças o contacto com o vosso trabalho, assistirem á vossa ópera foi para o grupo de crianças algo novo, mas muito bem recebido, quer pela duração, quer pela adequação da ópera a esta faixa etária. O grupo verbalizou eficazmente que a ópera falava de Amor. Reitero a importância que seria dar continuidade a este projecto neste grupo, de forma a alargar muitos conhecimentos e culturalmente ficaríamos muito mais ricos.”
- EB1/JI Alto de Algés,
Cláudia Gomes
“Gostaria de dar os parabéns pela vossa apresentação. Foi muito bem apresentada e contextualizada. As crianças ficaram a conhecer alguns termos técnicos de uma forma muito lúdica. Por ex. A maquilhagem. A actuação teve uma boa dinâmica e captou a atenção das crianças. A duração também foi ideal. Adorei e as crianças também. Viemos todos a cantarolar as canções.”
- EB1 Visconde de Leceia,
Dina Sousa
“O concerto permitiu tornar a ópera acessível e divertida para as crianças. Os trechos musicais prenderam a atenção das crianças e o cenário escolhido encontrava-se visualmente atraente. Realço, ainda, a importância de terem incluído explicações simples, antes do início do espectáculo, sobre a maquilhagem das personagens e as diferentes classificações vocais masculinas e femininas. A mensagem transmitida foi clara e a duração do concerto foi adequada para a faixa etária das crianças. A turma adorou o concerto e espera envolver-se noutra iniciativa como esta no futuro.”
- EB1 Visconde de Leceia,
Ivo Jarimba
“De uma forma geral, o espetáculo “A Flauta Mágica de Mozart” revelou-se muito bem adaptado ao público infantil. A linguagem utilizada foi acessível, permitindo uma boa compreensão da história e das personagens, mesmo tratando-se de uma obra clássica. A forma como a história foi apresentada contribuiu para manter a atenção das crianças do início ao fim.
Destacamos ainda a interação positiva entre os atores/músico, que se mostrou um elemento fundamental para captar o interesse e envolver ativamente as crianças. Essa proximidade criou momentos de grande atenção, curiosidade e participação, tornando a experiência mais dinâmica e enriquecedora.
Consideramos este projeto muito positivo.Trata-se de uma iniciativa cultural relevante, que promove o contato das crianças com a música clássica de forma pedagógica, lúdica e cativante sendo a nossa avaliação claramente positiva.
Manifestamos desde já o nosso interesse em acompanhar futuras iniciativas deste género.”
- APEECV
Rui Gonçalves
PROJETOS
MÚSICOS E ARTISTAS
Apresentamos a nossa equipa

Diretor
António Wagner Diniz
Licenciado em economia e música cantou como solista em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Itália, Índia, Malásia , Japão , etc. Participou em filmes do João Botelho , Paulo Rocha, Jorge Silva Melo e Manuel de Oliveira. Foi diretor da JMP e membro do seu bureau em Bruxelas. Professor de canto do conservatório nacional e seu diretor de 2000 a 2009. Fundou a Orquestra Geração e recebeu em 2010 o prémio nacional de professores - inovação atribuído pelo Ministério da Educação . Desde 2024 dirige o projeto Ópera nas Escolas.

Cenógrafa
Nim Castanheira
Nim, nome artístico de Teresa Castanheira, nasceu em Lisboa, em 1959. Licenciada em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa é professora de História da Música e de História da Cultura e das Artes na Escola de Música do Conservatório Nacional. Colaborou em vários meios de comunicação social – Antena 2, TSF e SIC –, com particular destaque no semanário Expresso, como crítica musical de 1998 a 2006. Na área da expressão plástica consolidou o percurso artístico na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa onde frequentou os cursos de Pintura, Desenho e História de Arte. Tem participado, desde 1999, em várias exposições colectivas e individuais, tanto em Portugal (Galerias Diferença, Novo Século e São Mamede; Bienais do Douro, Coruche e Montijo) como no estrangeiro (Barcelona, Paris e Macau). Pertence ao colectivo de artistas da Cooperativa / Galeria Diferença que comemorou 40 anos de existência em 2019.

Animador
Afonso Ruivo Cardoso
Licenciou-se em 2024 em Línguas, Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi membro de coros como Nova Era Vocal Ensemble, Coro de Câmara Outros Cantos e SOLinSI. Participou no Coro do Operafest Lisboa por dois anos, nas produções de Tosca e Madama Butterfly. No ramo do Teatro, colabora com o Grupo TEMA - Teatro Mafra. Frequenta desde 2023 o Laboratório de Criação Teatral orientado por Cláudio Hochman, em Lisboa. Escreveu e encenou em 2024 a peça Sobre os Rios, a propósito do V centenário de Camões.

Cantor
António Geraldo
Concluiu, em 2016, o Curso de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional e o Mestrado em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Em 2018, concluiu a Pós-graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto. Estreou-se na ópera em janeiro de 2014 com o papel de Bastien em “Bastien e Bastienne” de Mozart no Teatro Ibérico. Fez parte do elenco da zarzuela “El Gato Montés” de Manuel Penella e na ópera “Werther” no Teatro Nacional de S. Carlos (TNSC). Participou em várias masterclasses de Canto, destacando-se as seguintes: Wiener Meisterkurse na classe do tenor Francisco Araiza (2015 e 2016) e RossiniLab no Conservatório de Novara (Itália), onde teve a oportunidade de trabalhar com Ernesto Palacio e GiovanniBotta (2022).

Pianista
Pedro Vieira de Almeida
Natural de Coimbra (1979) concluiu a licenciatura em piano em 2002 na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2004 começou a frequentar o Mestrado em Artes Musicais, domínio de Música de Câmara, na Universidade Nova de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa, mestrado este que concluirá com cotação máxima. Em 1995 e 2002 foi premiado, respetivamente, no Concurso de Piano da Juventude Musical Portuguesa e no Concurso de Música de
Câmara do Prémio Jovens Músicos. Artisticamente tem tido uma intensa atividade musical, efectuando concertos por todo o país; colaborando em festivais; em concursos (FISP – Festival internacional de saxofone de Palmela, CIMCA / CIMTS (Concurso internacional de música cidade de Almada / terras de Sant’iago) e respectivos festivais. Participou na gravação de 3 cd’s com o saxofonista João Pedro Silva e mais recentemente na gravação de um CD de 23 canções do compositor João Camacho,
projecto este financiado pela SPA. Trabalhou em teatro, cinema e televisão. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1994 e 1997. É professor na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional (Lisboa).

Cantor
Diogo Gaio Chaves
Natural de Castelo de Vide(1997) começou os estudos musicais na Banda União Artística, tendo concluído o Curso Básico de Trompete na Escola de Artes do Norte Alentejano e o Curso Secundário de Composição na Escola de Música do Conservatório Nacional. Frequenta, desde Setembro de 2024, a Licenciatura em Música – Canto, na Universidade de Aveiro, após ter concluído o Curso Secundário de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional. É licenciado em Relações Internacionais pelo ISCSP/ULisboa e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos – Artes e Ciências Musicais pela FCSH/NOVA. É colaborador do CESEM fazendo parte do Grupo de Investigação em Música, Teoria Crítica e Comunicação e da Linha de Estudos de Ópera. É barítono no Nova Era Vocal Ensemble Na EMCN foi parte do coro “Musaico”; do ensemble de música antiga “L’Heure du Thé” ; de vários duos de canção; e do Atelier de Ópera onde representou o papel completo de Norton em La Cambiale di Matrimonio, de Rossini, e vários papéis em excertos de A Saloia Enamorada e A Vingança da Cigana, de Leal Moreira; Le Nozze di Figaro e Die Zauberflöte, de Mozart; L’Elisir d’Amore, de Donizetti; Candide, de Bernstein; Dido and Aeneas, de Purcell; e Die Lustige Witwe e Giuditta, de Lehár. Como solista, cantou Sing unto the Lord, de Purcell; Magnificat, de Durante; Dextera Domini e Missa em Lá Maior, de Franck, e Missa in Tempore Belli, de Haydn.

Cantora
Laura Matadinho Martins
Estudou na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional onde concluiu o Curso de Canto na classe de António Wagner até 2022 e na classe de Ana Paula Russo até 2024.
Em 2024, iniciou a Licenciatura em Canto Lírico no Conservatório G. Verdi em Milão, Itália, na classe de Sandra Buongrazio. Estreou-se na ópera como Suor Dolcina, em Suor Angelica de G. Puccini, no Operafest Lisboa 2023. Para além disso, o seu repertório inclui obras como: Magnificat (Vivaldi), Misatango (Palmeri), Stabat Mater (António Leal Moreira), Liebster Jesu, mein Verlangen (Bach), Gloria (Vivaldi) e Myrjiam Siegesgesang (Schubert). Em 2022 ganhou o 1º prémio e o Prémio de Melhor Interpretação de Canção Portuguesa do Concurso Internacional de Música Terras de Santiago. Em 2024, foi galardoada com o Prémio Jovens Intérpretes Iberorquestras Juvenis.

Cantor
Francisco Ribeiro
Um baixo-barítono português, atualmente a estudar no Royal College of Music, em Londres, na Licenciatura de Canto sobre o ensino do professor Russell Smythe, suportado pela bolsa escolar Elsie Gertrude Martin Scholarship. O seu contacto musical começou aos 9 anos onde estudou piano ao longo de 5 anos. Iniciou o seu estudo lírico aos 15 anos com a professora Ariana Russo na Academia de Música de Almada durante o qual foi premiado 1o lugar no Concurso de Canto de Almada. Aos 18 anos ingressou o Conservatório Nacional de Lisboa sobre os ensinamentos do professor António Wagner Diniz. Em 2018 fez parte do Coro Participativo do CCB no Festival Coros de Verão, onde realizou a 9ª Sinfonia de Beethoven com o maestro Paulo Vassalo Lourenço, tal como no ano seguinte participou na produção de “La Fille du Tambour-Major” de Jacques Offenbach no Teatro de São Luiz com o maestro Cesário Costa. Em 2021 participou numa masterclasse com a prestigiosa soprano Anna Samuil no Verão Clássico 2021, onde foi premiado 1º lugar, juntamente de masterclasses com o maestro João Paulo Santos e pianista David Santos. Ao longo dos seus estudos no Royal College of Music, participou na opera “Barnum’s Birds” de Libby Larsen, tal como no “Don Giovanni” de Gazzaniga (encenado por Louise Bakker), ambos dirigidos por Michael Rosewell. Mais recentemente interpretou a personagem de Zarastro da “Flauta Mágica” dirigido pelo maestro Jan Wierzba e encenado por Claudio Hochman em Aveiro, Portugal.

Cantora
Catarina Mouro
Natural de Lisboa (1996), iniciou os seus estudos musicais em 2005 na Academia Musical dos Amigos das Crianças e concluio o curso de Canto integrado na Escola de Música do Conservatório Nacional em 2015. É licenciada em Estudos Europeus pela Universidade Aberta (UAb), Lisboa 2023 e mais recentemente Mestre em Ópera Performance pela Fundació Conservatori Liceu, Barcelona 2025. Estuda atualmente com o barítono Luís Rendas e teve aulas e masterclasses com Dolors Aldea, Anna Ponces, Fiorenza Cedolins, Dale Fundling, Cameron Burns, Jorge Balça, David Wakeham, Dominic Barberi, Nathaniel LaNasa, Ricardo Tamura, Lucia Mazzaria, Pierre Mak, Filomena Amaro, entre outros. Interpretou os papéis Königin der Nacht (Die Zauberflöte – Mozart, Auditório Conservatori Liceu, Barcelona 2025, maestro Josep Planells / «cover» Teatro Delphi, Berlim 2019, maestro Tom Seligman / Casino Estoril, Cascais 2015, maestro Telmo Lopes), Shudi (Cânticos para a Remissão da Fome – António Chagas Rosa, Operafest, Lisboa 2022, maestro Jan Wierzba); Olympia (Les Contes D’Hoffmann – Offenbach, Auditório Ruy de Carvalho, Carnaxide 2020); Cunegonde (Candide – Bernstein, Casino Estoril, Cascais 2016, maestro Telmo Lopes); Barbarina (Le Nozze di Figaro – Mozart, CCB Lisboa, Teatro Thalia Lisboa, Fórum Municipal Luísa Todi Setúbal, Cineteatro Municipal João Mota Sesimbra, 2016, maestro Pedro Amaral) e Monica (The Medium – Menotti; Conservatório Nacional, Lisboa 2014, maestro José Manuel Brandão). É ainda vencedora de vários prémios tendo obtido o 2º lugar no Concurso Internacional de Música Terras de Santiago, Canto, nível III, 2022; o 2º lugar no Concurso Internacional de Música Cidade de Almada, Canto, nível II, 2018; o 1º lugar em Música de Câmara (BelTrio) no Concurso Jovem.com, categoria 2, 2014 e o 2º lugar ex aequo no Prémio Bomtempo na categoria de Canto Avançado, 2014.

Cantora
Leonor Simões
Leonor de Magalhães Simões, soprano, natural de Lisboa (2006) iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música do Conservatório Nacional. Começou a tocar violino com apenas cinco anos de idade e apaixonou-se pelo canto nos coros "Compasso" e "Musaico" da mesma escola. Ingressou no curso de Canto da EAMCN em 2021 na classe da professora Manuela de Sá e acompanhamento de piano do professor José Manuel Brandão. Neste período integrou o coro "Musaico" e o Atelier de Ópera onde representou vários papéis em excertos de "La Cambiale di Matrimonio", de Rossini; "L´Elisir d´Amore", de Donizetti; "Candide", de Bernstein; "Dido and Aeneas", de Purcell; "Die Lustige Witwe e Giuditta", de Lehár. Participou, em 2022, no coro da ópera "Il viaggio a reims, de Rossini", no CCB e apresentou-se na "Maratona novos interpretes" do LiedFest no Teatro das Variedades em 2025. Fez diferentes Masterclasses com o maestro João Paulo Santos, o professor David Santos, a professora Siphiwe Mckenzie, Dora Rodrigues e o professor Simon Bode, no festival "Verão Clássico". Venceu, em ex aequo, o Concurso Nacional de Canto CMCGB, em 2025, na categoria A. Finalizou o curso de Canto em 2025, tendo obtido 19 valores na Prova de Aptidão Artística.

Cantor
Lucas Mandillo Robert
Barítono e estudante de Canto no Conservatório Nacional, sob orientação da professora Manuela de Sá. Integrou durante 15 anos o Coro Infantojuvenil da Universidade de Lisboa. Conta com três anos de experiência em teatro semiprofissional. Como solista, interpretou papéis como “Brundibár” de Hans Krása ,Semicúpio em “As Guerras do Alecrim e Manjerona” de António José da Silva e Plutone em “Il Ballo delle Ingrate” de Cláudio Monteverdi. Trabalhou solisticamente com Erica Mandillo, Joana Nascimento, Jan Elsacker, Miguel Jalôto, Marcel Bonne e Rolf Beck. Participou ainda em produções profissionais de ópera, integrando elencos corais, e desde há 2 anos integra o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian, bem como o Nova Era Vocal Ensemble.

Cantor
Vasco Maia e Moura
Natural de Lisboa (2001), é licenciado em pintura pela Faculdade de Belas-Artes Universidade de Lisboa. Encontra-se no segundo ano do curso de canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, sob a orientação de Ana Paula Russo. Como solista estreou-se com o papel D. Gil na ópera joco-cómica “Guerras de Alecrim e Mangerona” de António José da Silva, bem como em excertos da Flauta Mágica de Mozart como Monostatos. Realizou masterclasses com Megan Khats, Isabel Alcobia e João Paulo Santos. Participou em coros de ópera como “Il Viaggio a Reims” de Rossini, “Die Fledermaus” de Strauss II e “Vanessa” de Samuel Barber (Operafest). Já integrou vários coros e integra atualmente o Ensemble S. Tomás de Aquino em Lisboa. Integra também o grupo “Aurum” o qual foi premiado com o 2º lugar do Prémio Jovens Músicos 2025 na categoria de grupos acapella.

Apresentadora
Catarina Lima
Formada pela ACT – Escola de Actores (2013–2016), estreou-se em palco com Cimbelino, de William Shakespeare, sob a direção de António Pires. Em 2017, foi aceite no Estudio Corazza, em Madrid, onde aprofundou a sua formação com Juan Carlos Corazza.
Em 2019, integrou o projeto comunitário En-Cantar, dirigido por Moncho Rodríguez, em Freixo de Espada à Cinta, desenvolvido para e com a comunidade local. Em 2022, participou no espetáculo Casa com Árvores Dentro, de Gisela Casimiro, com encenação de Cláudia Semedo. No ano seguinte, integrou o elenco de Tom Vinagre, de Caryl Churchill, com encenação de Carolina Serrão, iniciando também a sua colaboração com a companhia Fim do Teatro no projeto de leituras encenadas do Instituto Cervantes. Em 2024, participou no espetáculo Feminismos. Citação, com texto de Carolina Campanela e encenação de Carolina Serrão. Entre 2024 e 2025, trabalhou com o encenador João Lourenço no Teatro Aberto, integrando o elenco de Um Urso no Universo, de Dea Loher.
Paralelamente ao percurso como atriz, em 2025 estreou-se na música com o projeto a solo TristeMente, que apresentou em diversos auditórios e espaços culturais de norte a sul do país. Em 2026, representou Espanha, a convite do Instituto Cervantes, na Noite da Literatura Europeia. Nesse mesmo ano, colaborou com a Orquestra Geração como narradora da obra Pedro e o Lobo, e encontra-se atualmente a desenvolver o seu segundo projeto musical com o apoio do Fundo Cultural da SPA. Ao longo da sua carreira, participou ainda em diversos projetos televisivos e realizou trabalhos de locução para várias marcas, conciliando a interpretação, a música e a voz como áreas centrais da sua atividade artística.

Barítono
André Henriques⭐ Special Guest Star
Diplomou-se em Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional, com António
Wagner Diniz, e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar na Royal
Welsh College of Music and Drama, com Donald Maxwell. Em ópera, entre outros, cantou o papel titular do Don Giovanni de W. A. Mozart, as partes de baixo-barítono de Die Schöpfung de J. Haydn, Don Alvaro em Il Viaggio a Reims, de G. Rossini, Officer em The Penal Colony, de Philip Glass, Marcos Portugal em Mautempo em Portugal de Eurico Carrapatoso, Papageno em Die Zauberflöte, Danilo em Die Lustige Witwe de Franz Lehàr, Lavrador da Trilogia das Barcas de Joly Braga Santos, e Marechal Beresford em Felizmente Há Luar, de Alexandre Delgado. Em Londres, com a Opera Rara, gravou os papéis de Fulvio e Lucio da ópera L’Esule di Roma de G. Donizetti. Em recital, cantou Winterreise de Franz Schubert e a Suite sobre Poemas de
Michelangelo de Dmitri Schostakowitsch com Nuno Vieira de Almeida e, no contexto dos
recitais Para um Cancioneiro Português, interpretou canções sobre poemas de Camões com João Paulo Santos. Recentemente, apresentou-se como Captain Valentine no Johnny Johnson de Kurt Weill
do Teatro Nacional de São Carlos, foi o baixo solista da Missa em Dó menor de W. A.
Mozart na Fundação Calouste Gulbenkian, estreou-se como solista na Paixão Segundo
São Mateus de J. S. Bach com o Concerto Ibérico, deu vida ao conto Orquestra na Baleia
de Mário João Alves, com a Orquestra de Vialonga e a Companhia Cegada, e interpretou João Aurélio na ópera Sombras de uma Azinheira, de Amílcar Vasques Dias, com a Ritornello Associação Cultural.

Barítono
Diogo Oliveira⭐ Special Guest Star
Nascido em Lisboa. Licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento (Universidade de Lisboa). Formou-se em Canto no Conservatório Nacional (classe de José Carlos Xavier) e aperfeiçoou-se com Sarah Walker, Rudolph Knoll, Low Siew-Tuan e Ernesto Palácio. Vencedor do 1.º prémio do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi (2005). Estreou-se em ópera como Marullo (Rigoletto) e interpretou dezenas de papéis em casas como o Teatro Nacional de São Carlos, Fundação Gulbenkian, Teatro Real de Madrid, Teatro del Canal, festival Woodhouse (Londres) e New European Opera (França), destacando-se em obras de Mozart, Verdi, Puccini, Rossini, entre outros. Em Teatro musical, foi o Phantom em Das Phantom der Oper (mais de 100 salas na Alemanha) e interpretou papéis em Jesus Christ Superstar, Ópera do Malandro e outros.
Desde 2001 leciona canto. Fundou a Primeiro Acto – Escola de Musicais e Artes de Palco (2011-2014). É membro da Companhia de Ópera de Setúbal.

Cantor
Frederico Vasconcelos Paes
Nasceu em Lisboa em 2000. É formado em canto pela escola de música do Conservatório Nacional, onde obteve 20 valores no exame final de canto, e é Mestre em Gestão pela Nova School of Business and Economics.
A par do seu percurso na gestão, tem realizado concertos pelo país com o Ensemble São Bernardo e é desde 2022 coralista no Coro Gulbenkian. De entre as obras que interpretou enquanto solista, destacam-se o Requiem de Fauré e o Te Deum de Dvorák.
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Produção e Gestão quotidiana do projeto
Paula Santos | Susana Gomes
Paula Santos (esquerda), Susana Gomes(centro) & António Wagner Diniz (direita).






























